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Um dos principais desafios da Secretaria de Assistência Social em Papagaios, para dar celeridade ao processo de avaliação aos possíveis contemplados com as casas populares em Papagaios, é o excesso de informações erradas que foram repassadas pelas pessoas no momento do cadastro. O resultado disso é o atraso recorrente em todo o processo.
De acordo com a secretária de assistência social, Rita de Cássia, entre os principais erros de informação, “as pessoas dizem que não são casadas e na verdade são, que têm uma renda e na realidade possui outra. Nós fazemos cruzamento de dados, usamos o cadastro único e temos contato direto com as secretarias de saúde e educação, além das visitas que continuam ocorrendo”, afirmou Rita.
Outro problema enfrentado é a informação desatualizada do endereço, número de telefone e demais dados no cadastro único (CadÚnico). Rita de Cássia lembra que “quem mudou ou está com endereço errado, procure a gente para atualizar os dados, pois não temos encontrado muitos dos cadastrados”.
Desmentindo boatos de que as pessoas que recebem a visita dos servidores públicos serão automaticamente contempladas com as casas, Rita de Cássia explica que “a visita é só uma etapa do processo. Em fevereiro vamos visitar mais uma remessa de casas e devemos divulgar uma lista de pré-seleção”.
Ao todo são 1.500 pessoas inscritas para conseguir uma das 60 casas populares que estão sendo construídas em Papagaios por meio de recursos do termo de reparação da Vale, em decorrência do desastre em Brumadinho. Atualmente são 800 inscrições aptas para o processo. 150 casas já foram visitadas pelos agentes da Assistência Social.
Amigos FM / Afiliada Rede Itatiaia






